Rymo da Amazônia https://rymo.com.br Tudo em Papelaria, Papeis Especiais, Material de Escrito e Escolar, Maquinários para Gráficas em Geral. Mon, 06 Jan 2020 14:22:40 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.4.2 https://rymo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/icone.png Rymo da Amazônia https://rymo.com.br 32 32 Rymo News – 4ª edição https://rymo.com.br/rymonews3-2/ https://rymo.com.br/rymonews3-2/#respond Mon, 06 Jan 2020 14:14:19 +0000 https://rymo.com.br/?p=2394 rymo NEWS, O Informativo trimestral para Clientes, Colaboradores, Fornecedores e Amigos da Rymo da Amazônia.

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Rymo Experience – Edição: Envelopamento de Autos. https://rymo.com.br/rymoexperience/ https://rymo.com.br/rymoexperience/#respond Thu, 07 Nov 2019 15:52:22 +0000 https://rymo.com.br/?p=2383 Rymo Experience – Edição: Envelopamento de Autos.

 

Atenção você, que trabalha com envelopamento de veículos e comunicação visual, a Rymo da Amazônia te convida para o primeiro Rymo Experience – Edição: Envelopamento de Autos. Dia 30 de novembro, das 10h às 16h.

Um encontro informal e descontraído com treinamento e concurso de envelopamento de carros, troca de informações, distribuição de brindes, chopp, hamburguers e muito rock. O evento conta também com a participação especial do Gerente nacional e representante Alltak. A inscrição é TOTALMENTE GRÁTIS, mas as vagas são limitadas. Então garanta logo a sua, ligue 2101-9292, falar com Luciana Bastos ou Socorro Alencar.

Rymo Experience. Uma realização Rymo da Amazônia.

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Rymo News – 3ª edição https://rymo.com.br/rymonews3/ https://rymo.com.br/rymonews3/#respond Fri, 01 Nov 2019 21:18:06 +0000 https://rymo.com.br/?p=2363 rymo NEWS, O Informativo trimestral para Clientes, Colaboradores, Fornecedores e Amigos da Rymo da Amazônia.

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Roland DG expande a linha de impressoras/cortadoras com nova série SG2 https://rymo.com.br/roland/ https://rymo.com.br/roland/#respond Sun, 20 Oct 2019 02:16:03 +0000 https://rymo.com.br/?p=2280 Artigo: A Roland DG Corporation adicionou três impressoras/cortadoras eco-solventes de grandes formatos, da série SG2, de 1625 mm, 1371 mm e 762 mm (64”, 54”,30”).

 

A SG2 dispõe de uma configuração de tinta CMYK e inclui três tamanhos (SG2-640/-540/-300) para se adequar aos de requisitos de produção dos negócios de artes gráficas. É adequada para quem necessita impressões prontas a serem laminadas e, depois, a serem acabadas em apenas 6 horas.

Entre as melhorias da gama está um sistema de rolo de aperto automático requerendo uma intervenção humana mínima, uma nova funcionalidade para executar impressões automatizadas de forma precisa e cortar com ou sem marcas de corte, assim como, uma função de corte perfurado preciso, para proporcionar um corte de elevada qualidade, etiquetas/decalques pré-fabricados sem ter de efetuar qualquer acabamento.

Também está disponível uma nova unidade de alimentação opcional que suporta dois modos, consoante o tipo de material escolhido, para uma maior estabilidade de execução e um pós-processamento sem problemas.

Kohei Tanabe, Presidente, Divisão de Negócios de Impressão Digital, Roland DG, comenta, “Acredito fortemente que, ao proporcionar cores extraordinárias e versatilidade em três tamanhos diferentes a um preço acessível, a nova série SG2 atrairá um grande número de proprietários de negócios de impressão digital”.

Adianta ainda: “Além das pessoas que acabam de aceder ao mercado da sinalética e dos painéis gráficos, concebemo-la especialmente para aqueles que estão centrados em diversificar os seus negócios de impressão mediante a expansão das suas ofertas de produtos gráficos, enquanto também é maximizado o lucro graças a uma produção eficiente.”

Tanabe conclui que “a Roland DG está empenhada em fornecer produtos para ajudar as gráficas e os fabricantes de sinalética a dar liberdade às suas possibilidades criativas, transformarem a sua imaginação em realidade e gozarem de uma sensação de satisfação quando as pessoas reagem à sua reprodução gráfica com um ‘UAU!’”.

Para poder tirar o máximo partido da capacidade de reprodução de cores da nova tinta TR2, a série SG2 inclui uma nova predefinição True Rich Color. Agora, é possível combinar cores vibrantes com cinzentos neutros, gradações suaves e tons de pele naturais. Segundo Kohei Tanabe, Presidente, da Divisão de Negócios de Impressão Digital, esta qualidade de impressão é “inigualada para artes gráficas duradouras”.

As tintas SG2 e a nova TR2 estão certificadas pela Garantia da 3M™ MCS™. As SG2 e TR2 também beneficiam da certificação de garantia de desempenho da Avery Dennison™ ICS™.

A nova tinta TR2 promete uma durabilidade sem igual ao ser lavada, tornando-a ideal para transferências térmicas para roupa, vestuário de trabalho e vestuário desportivo de marca. A série SG2 com tinta TR2 também beneficia da certificação GREENGUARD Gold para aplicações seguras de grafismos em interiores nos locais mais críticos, como escolas e hospitais.

A nova SG2 também inclui um novo sistema de fornecimento de tinta totalmente novo que reduz o consumo de tinta em até 54% graças a sequências de manutenção automatizadas.

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Artigo: Como pequeno gráfico, devo investir hoje em tecnologia? https://rymo.com.br/artigo-como-pequeno-grafico-devo-investir-hoje-em-tecnologia/ https://rymo.com.br/artigo-como-pequeno-grafico-devo-investir-hoje-em-tecnologia/#respond Sun, 20 Oct 2019 01:25:49 +0000 https://rymo.com.br/?p=2273 Artigo: Como pequeno gráfico, devo investir hoje em tecnologia?
Foto: BGDesigner

 

Umas das consequências da crise que vivemos é o aumento da competitividade entre as nossas gráficas. É necessário se destacar para atrair os clientes e se livrar da atual instabilidade. Desse modo, donos de gráfica buscam soluções e os mais atentos começam a investir em tecnologia como alternativa para o crescimento.

Sendo o progresso o caminho natural e uma solução para os problemas vivenciados, não resta dúvida de que investir em inovações tecnológicas, traz excelentes resultados. Isso, combinado à redução de custos, é a razão da sua expansão no mundo empresarial.

Você sabe porque é importante investir em tecnologia no seu negócio? É porque tais investimentos melhoram os resultados obtidos com a gestão estratégica?

• Acompanhe o texto e descubra agora mesmo!
• A tecnologia revertida em ganhos:

Investir em tecnologia é colocar a sua empresa em sintonia com o mundo moderno e usufruir de todos os benefícios que isso possa lhe ofertar. Isso não significa necessariamente uma guinada para a impressão digital ou mesmo 3D.

As inovações tecnológicas, quando aplicadas na gestão estratégica de empresas, têm como função aprimorar resultados e, consequentemente, contribuir para o crescimento e fortalecimento do seu negócio. Em outras palavras, o que há é otimização dos processos, o que afeta direta e positivamente a produtividade, – já que a tecnologia pode oferecer novas soluções para tornar esses processos mais eficientes – bem como há também a redução dos custos, além de promover um alinhamento dos colaboradores – através de uma padronização de comportamento e aplicação de BOAS PRÁTICAS no trabalho, ou ainda, com uso de softwares e automação, por exemplo.

• A tecnologia e o planejamento estratégico.

Como já mencionado, em tempos de crise, é importante que a empresa invista de maneira inteligente e eficiente. Sendo assim, o investimento em tecnologia é o mais seguro e com resultados mais significativos para a sua gráfica.

É preciso abandonar velhos hábitos conservadores e apostar em novas ferramentas, que dentre outros aspectos podem favorecer a estabilidade do negócio e diminuição dos custos.

A falta de um plano estratégico e de ferramentas adequadas à gestão organizacional pode ser fatal para sua gráfica. Já uma boa estratégia empresarial, aliada ao uso de inovações tecnológicas, é capaz de aumentar a produtividade e competitividade do seu negócio.

• Por que razão, investir em um software de gestão?

Softwares de gestão são uma das ferramentas mais úteis para o funcionamento de uma empresa. Trata-se de uma tecnologia aplicada ao mundo empresarial que tem dado muito certo, aumentando a produtividade e eficiência das empresas que já os implantaram.

Ao mapear as ações e o desempenho do negócio, é possível se traçar estratégias mais conscientes e com base em dados reais e consistentes. Como consequência natural, é possível se monitorar os resultados e identificar possíveis falhas, intervindo de maneira rápida e inteligente.

Outra vantagem é a oportunidade de se ter uma visão global do negócio, já que em um só programa é possível visualizar as finanças, os indicadores de desempenho, os projetos e acompanhar os todos os resultados alcançados.

Sendo assim, trata-se de uma ferramenta indispensável ao cotidiano da sua gráfica de qualquer tamanho, sendo uma grande aliada dos gestores e administradores frente às dificuldades enfrentadas pelo mercado atual.

Se você, ainda tem alguma dúvida de como implantar um software de gestão em sua empresa, ou deseja saber mais sobre os benefícios que essa ferramenta pode lhe trazer? Entre em contato conosco. Teremos o prazer em ajudar!

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Artigo: Como escolher por um processo de impressão? https://rymo.com.br/artigo-como-escolher-por-um-processo-de-impressao/ https://rymo.com.br/artigo-como-escolher-por-um-processo-de-impressao/#respond Sun, 20 Oct 2019 01:22:58 +0000 https://rymo.com.br/?p=2271 Artigo: Como escolher por um processo de impressão?
Foto: BGDesigner

 

Uma das maneiras mais eficazes de se classificar os processos de impressão é a partir da forma e do tipo de funcionamento da matriz que cada um destes processos utiliza. Assim, temos cinco grandes sistemas de impressão:

Planografia: Nos processos planográficos, não há qualquer re­levo que determine a impressão: a matriz é plana. É através de fenômenos físico-químicos de repulsão e atração que os elementos utilizados (tintas, água) se alojam nas áreas gravadas para sua reprodução no suporte (papel). O offset é um processo planográfico, assim como a litografia.

Offset: Sistema de impressão indireta que se baseia no princípio de que água e gordura não se misturam. Utiliza como suporte todos os tipos de papéis e alguns plásticos flexíveis. As máquinas offset podem ser planas ou rotativas. As planas rodam folha por folha, oferecendo melhor qualidade; ideal para impressão de cartazes, folders, livros, panfletos, folhetos. Já as rotativas, utilizam papel em bobina; ideal para trabalhos de grande tiragem como jornais e revistas.

O offset é o principal processo de impressão desde a segunda metade do século 20, garantindo boa qualidade para médias e grandes tiragens e praticamente em qualquer tipo de papel e alguns tipos de plástico (especialmente o poliestireno). Processo planográfico, originário da litografia, ele faz uma impressão indireta: há um elemento intermediário entre a matriz e o papel, que é chamado de blanqueta. A imagem que está na matriz (que é metálica e é simplesmente chamada de chapa) é transferida para um cilindro coberto com borracha (a blanqueta) e, daí, para o papel. Em resumo: a matriz imprime a blanqueta e esta imprime o papel. O termo offset vem da expressão offset litography– que, ao pé da letra, significa litografia fora-do-lugar, fazendo menção justamente à impressão indireta (na litografia, a impressão era direta, com o papel tendo contato com a matriz).

Na segunda metade dos anos 1990, o offset passou a contar com um aperfeiçoamento fundamental: as máquinas dotadas de sistemas CTP (computer-to-press), que permitem a entrada dos dados de arquivos digitais diretamente na impressora, onde é feita a gravação das chapas e dispensando fotolitos. Apesar de pouco adequado, esta modalidade do processo tem sido chamada de offset digital.

Há seis elementos básicos no mecanismo do offset: a chapa, a blanqueta, o suporte (seja papel ou outro), o cilindro de pressão (que pressiona o papel contra a blanqueta), a tinta e a água.

O princípio da impressão é a repulsão entre a água e a gordura, que não se misturam. Por isso a matriz é plana: não é preciso relevo algum para que a tinta (que é gordurosa) se aloje nas áreas cravadas com as imagens que devem ser impressas, pois a umidade – que se aloja nas demais áreas – impede que ela se espalhe e “borre” estas imagens. Logicamente, é preciso regular a impressora para que as quantidades de tinta e de água sejam adequadas para que o mecanismo funcione devidamente.

Entintada, a chapa imprime a imagem na blanqueta e esta a transfere para o papel. A tranferência é garantida porque o papel é pressionado contra a blanqueta graças ao cilindro de pressão. A blanqueta é o grande segredo da qualidade da impressão obtida: a imagem impressa no papel fica mais nítida porque a blanqueta trata de conter excessos de tinta; a chapa tem uma durabilidade maior porque seu contato direto é com a superfície mais flexível da borracha; finalmente, o papel resiste bem ao processo porque não tem contato direto nem com a umidade nem com a maior quantidade de tinta da chapa (por ser viscosa, a tinta tenderia a fazer o papel aderir à chapa, rasgando-o).

Embora possibilite uma excelente qualidade de impressão, o mecanismo como um todo é em realidade frágil. Ele é instável: são necessários reajustes frequentes durante a impressão, para manter níveis adequados de tinta e umidade, tanto para evitar falhas e borrões quanto para manter a maior uniformidade possível nos tons das cores ao longo da tiragem. Há ainda outros “perigos”. O excesso de carregamento da tinta, já citado anteriormente, leva à decalcagem: a imagem impressa numa folha mancha ou cola o verso da folha seguinte pelo excesso de tinta, que, como observado, é viscosa. O excesso de umidade, por sua vez, poderá atrasar a secagem dos impressos (especialmente em nosso clima, que é naturalmente úmido). Retirar o material da gráfica sem que ele esteja devidamente seco é garantia de decalcagem e, consequentemente, de perda da tiragem. Um bom operador e um bom acompanhamento gráfico, todavia, têm como evitar estes problemas.

Offset Digital: Semelhante ao offset, esse processo possui duas características básicas. Primeiro, imprimi sem a utilização de água; segundo, utiliza uma espécie de platesetters embutida no maquinário (entrada digital de dados – direto do computador para a impressora offset) – sistema conhecido como CTP – computer-to-press.

A utilização do termo Offset Digital é discutível; alguns profissionais utilizam o termo offset seco. O importante, entretanto, é que a tecnologia impede problemas de registro, impede a variação das tonalidades das cores no decorrer das tiragens e mantém a relação custo x benefício: quanto maior a tiragem, menor o custo unitário.

Eletrografia : A matriz é plana como nos processos planográficos, porém as áreas que serão impressas são determinadas, seja na matriz ou no próprio suporte, a partir de fenômenos eletrostáticos – e não físico-químicos. É o caso de processos recentemente desenvolvidos para a produção industrial, como a impressão digital, a eletrofotografia e a xerografia. A terminologia para estes processos ainda não está consolidada, sendo referidos também como processos digitais, processos eletrônicos etc. devido ao fato de que os originais se constituem em dados informatizados, com entrada via computador.

Impressão Digital: Impressão feita de forma eletrônica. Através de impressoras laser, os arquivos de dados vão direto para o papel. Esse processo possibilita a impressão de trabalhos em pequenas quantidades, sem usar fotolitos ou chapas.

Duas grandes desvantagens desse sistema são: a qualidade de impressão inferior aos processos tradicionais e o inconstante gerenciamento de cores.

Permeografia: Impressão realizada mediante uma matriz permeável. Os elementos que serão impressos são formados por áreas permeáveis ou perfuradas da matriz, como na serigrafia.

Serigrafia: Sistema de impressão direta, também conhecido como silkscreen. Utilizando uma tela permeável de finíssimos fios sintéticos (seda ou náilon), pode-se imprimir em variados suportes: metais, cerâmica, tecidos, cartões, papéis ásperos, vidros e plástico. A serigrafia manual é típica na impressão de cartazes lambe-lambe. Mas a serigrafia é muito utilizada para impressão de materiais para sinalizações de ruas, papéis de parede, eletro-eletrônicos, reproduções de grande formato e rótulos de CD.

A qualidade da impressão depende da densidade da tela, do equipamento, da qualificação da mão-de-obra e do original a ser reproduzido. Pode-se conseguir uma impressão de baixa, média ou alta qualidade para pequenas e médias tiragens.

Atualmente, a impressão digital como plotters de tinta ou corte eletrônico vem substituindo o uso da serigrafia na impressão de materiais para sinalizações e de cartazes de baixa tiragem.

Relevografia: Impressão realizada mediante matriz em alto relevo. Os elementos que serão impressos ficam em relevo na matriz e são entintados, imprimindo mediante pressão sobre o suporte. É o mesmo princípio dos carimbos. A flexografia e a tipografia são processos relevo-gráficos.

Tipografia: Criado por Gutenberg (entre 1445 e 1453), é o método mais antigo de impressão direta, dominando o cenário da reprodução gráfica por quase cinco séculos. É a arte de imprimir e compor com tipos (pequenos blocos metálicos que contém um caracter em relevo). Montados lado-a-lado, esses tipos compõem o texto, formando a matriz (rama) para impressão. Já as imagens são reproduzidas através de clichês (traço ou meio-tom) metálicos ou de plástico (século 20). A partir do século 19 os tipos móveis foram substituídos pela linotipo, assim, as ramas passaram a ser compostas por linhas inteiras, agilizando um pouco a reprodução de jornais, livros e revistas. Atualmente, a tipografia é utilizada em gráficas de baixo custo para a confecção de impressos padronizados (notas fiscais, talões de pedidos, formulários numerados), peças com pouco texto (convites, cartões de visitas) e também para acabamento em materiais.

Flexografia: Processo de impressão direta originado dos EUA, por volta de 1853. É muito utilizado para impressão de embalagens por apresentar custo baixo para grandes quantidades de impressão em suportes irregulares, tridimensionais e flexíveis como celofane, folhas metálicas, plásticos e vidros. As impressoras flexográficas utilizam sistema similar ao tipográfico, entretanto, elas realizam praticamente todas as etapas de acabamento como plastificação, recorte, dobra e colagem. A flexografia é indicada para impressos a traço pois apresenta rendimento insatisfatório para impressão de meios-tons (retículas). Entretanto, a era digital vem colaborar e desenvolver o sistema flexográfico de impressão, garantindo cada vez mais a qualidade da impressão.

Encavografia: Utilizando justamente o mecanismo inverso ao da relevografia, baseia-se numa matriz em baixo relevo. Os elementos que serão impressos são formados por sulcos em baixo relevo na matriz, que armazenam a tinta que será transferida para o papel ou outro suporte mediante pressão. É o caso da rotogravura.

Rotogravura: Sistema de impressão direta, desenvolvido na Alemanha por volta do século XIX. Recomendado para projetos gráficos de altas tiragens e que exige grande qualidade na impressão.

Com uma alta velocidade de impressão e com qualidade uniforme, a rotogravura imprimi nos mais diversos suportes: papel, papelão, tecido, metal (lataria). Sendo muito utilizada para impressão de rótulos e embalagens, revistas, livros didáticos, livros de arte e impressos de luxo.

COMO ESCOLHER O PROCESSO

Embora em grande parte dos casos em design gráfico a opção seja o offset, esta decisão não deve ser um procedimento “automático”. Para definir o processo, devem ser levados em conta parâmetros que envolvem não apenas a qualidade final do impresso requerida pela situação de projeto, mas também custos, prazos e operacionalidade da produção. Assim, devem ser levados em conta:

01. As deficiências vantagens apresentadas pelo processo e sua adequação às necessidades do projeto. Se é indispensável a reprodução de fotos, por exemplo, alguns processos são imediatamente descartados, pois apresentam deficiências neste aspecto.

02. A tiragem. Se bastam 500 exemplares, alguns processos devem ser deixados de lado, pois só se tornam viáveis para tiragens maiores ou mesmo apenas para altas tiragens.

03. O custo médio do processo – o que em geral está diretamente ligado à tiragem. Alguns processos apresentam um alto custo fixo (para a produção da matriz, por exemplo), que só se compensa com uma tiragem grande. Este custo, então, fica diluído pelo custo unitário de cada exemplar, apresentando uma boa relação custo x benefício. Se a tiragem for baixa, no entanto, eles levam a um aumento injustificável do custo.

04. O suporte que será utilizado (papel, papelão, vinil etc.) Nem todos os processos são adequados a qualquer suporte.

05. A oferta e a operacionalidade de fornecedores. Um processo pode se revelar o mais adequado, mas se não houver uma gráfica que possa viabilizá-lo, por questões de preço, localização ou equipamentos, não terá como ser utilizado.

06. O conhecimento prévio do processo ou ao menos a possibilidade de obter este conhecimento antes da projetação ou, ao menos, do processo de produção. Se quem produzirá ou acompanhará a produção não conhece o processo, talvez seja melhor não arriscar.

07. A usabilidade. É preciso levar em conta se o resultado será adequado ao uso que se pretende dele. Um caso típico de má administração desde tópico é a aplicação do corte eletrônico para a implementação de placas de sinalização afixadas ao alcance do usuário em situação de tensão ou ócio – como em terminais de transportes, salas de espera etc. O processo utilizado torna-se um elemento facilitador para a degradação do produto, embora possa ter produção mais rápida, custo mais baixo e aparência mais “moderna” (cf. Mouthé, Claudia. Mobiliário urbano. Rio de janeiro: 2AB, 1998).

A RELAÇÃO CUSTO BENEFÍCIO

A regra fundamental em qualquer investimento é a relação custo x benefício: o custo só pode ser considerado alto ou baixo se comparado ao benefício que ele traz. Assim, um custo monetariamente baixo pode tornar-se alto porque o benefício que ele trará será insignificante, ou mesmo acarretará prejuízos posteriores. Em contrapartida, uma opção de investimento mais cara pode trazer benefícios significativos a curto ou a médio prazo – e, assim, este custo se revela efetivamente baixo. O mesmo raciocínio deve ser aplicado na produção gráfica.

Um exemplo são os processos eletrográficos. Eles têm como característica o alto custo da cópia unitária, em contraposição a processos mecânicos (como o offset). No entanto, são mais rápidos e dispensam fotolitos e matrizes físicas, o que pode compensar, nas baixas tiragens, este custo unitário maior. É o raciocínio da pequena escala.

Outro exemplo, muito comum: é necessário valorizar o impresso, mas sem aumentar custos. A opção mais convencional é a policromia sobre papel couché, que tem custo alto mas resultado garantido. Uma alternativa, neste caso, é a impressão em duas cores sobre um papel diferenciado, seja pela textura ou pela cor. A relação custo x benefício é melhor: o benefício pode ser semelhante, mas a um custo mais baixo.

É necessário assim ter em vista a heterogeneidade dos processos disponíveis e sua adequação a cada caso. Há hoje muitos processos, insumos e recursos de acabamento disponíveis, e a combinação entre eles pode trazer excelentes resultados por custos relativamente baixos. Desta forma, qualquer processo de reprodução gráfica deve ser levado em conta se ele apresentar uma boa relação custo x benefício.

Referências Bibliográficas

BAER, Lorenzo. Produção Gráfica. São Paulo: SENAC São Paulo, 1999
OLIVEIRA, Marina. Produção Gráfica para designers. Rio de Janeiro: 2AB, 2000

Fontepaulocinti.files.wordpress.com/2008/02/sistemas1.doc – Acesso em 01 de dezembro de 2012.

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Artigo: As tendências para o futuro da impressão digital https://rymo.com.br/artigo-as-tendencias-para-o-futuro-da-impressao-digital/ https://rymo.com.br/artigo-as-tendencias-para-o-futuro-da-impressao-digital/#comments Sun, 20 Oct 2019 00:29:51 +0000 https://rymo.com.br/?p=2262 Artigo: As tendências para o futuro da impressão digital
Foto: Por BG Designer

 

A transformação digital está tornando as operações corporativas mais ágeis e integradas. Nunca foi tão rápido enviar mensagens, trocar informações ou conectar diferentes áreas e escritórios para encaminhar um documento ou apresentar novidades. Esta dinâmica tem implicado em mudanças consideráveis em uma ampla gama de indústrias, entre elas a indústria de impressão.

Apesar da expansão das novas tecnologias e conceitos, não se pode dizer que as impressoras tenham perdido espaço. Na verdade, a melhoria constante das ferramentas de conexão e integração de dados está forçando as empresas a adotarem modelos de negócios cada vez mais ágeis, envolvendo diferentes áreas e públicos ao mesmo tempo. É neste contexto, que as soluções de impressão estão se reinventando, assumindo e atendendo novas perspectivas junto às organizações.

Mais do que imprimir páginas, o que as companhias estão procurando são ferramentas e serviços que agreguem valor à rotina de suas operações, com diferenciais de qualidade e integração. Nesse cenário, o avanço da Computação em Nuvem é um fator que merece destaque. As soluções Cloud têm colocado as companhias em uma nova era, na qual garantir a disponibilidade dos dados e a mobilidade dos seus funcionários é essencial para garantir a agilidade requerida pela nova dinâmica dos negócios.

Para suprir às atuais exigências do mercado, a indústria de impressão vem trabalhando em opções e recursos para fazer com que as impressoras se integrem cada vez mais aos negócios dos clientes. O desenvolvimento de produtos com plataforma aberta, por exemplo, permite que sejam desenvolvidas aplicações dedicadas às necessidades específicas de cada cliente, seja ela no mercado de saúde, educação, financeiro ou artes gráficas. É uma forma de garantir que o dispositivo tenha uma interface cada vez mais amigável com o usuário, além de aperfeiçoar processos e permitir ganhos de produtividade.

Mais modernos, os equipamentos estão agregando também funções de armazenamento e segurança, que são vitais à credibilidade das organizações, independentemente do tamanho ou segmento de suas operações. A informação precisa estar disponível não somente no local e hora certos, mas principalmente para a pessoa certa. Com isso, a autenticação no dispositivo passou a ser feita não somente via digitação de código no painel da impressora, mas também por meio de outras tecnologias, tais como cartões por aproximação, NFC (Near Field Communication) e biometria para a captura rápida e confiável da identidade dos usuários.

Estudos recentes do mercado apontam que a preocupação com os fatores de segurança e mobilidade estão no centro das atenções das empresas, como uma das três principais prioridades para mais de 60% dos líderes corporativos de todo o mundo. As novas soluções de impressão podem ajudar a simplificar esse desafio, combinando mais eficiência, sustentabilidade e proteção à gestão e uso de informações dentro das companhias.

Já para o mercado gráfico, em paralelo aos conceitos de Nuvem e proteção, a indústria de impressão tem se focado no atendimento das necessidades crescentes de individualização e personalização. Cada vez mais, para se ganhar a atenção do cliente potencial é necessário se adequar à linguagem dele por intermédio de uma comunicação diferenciada. Empresas da indústria têxtil ou de artigos customizáveis precisam se adequar a essa era. Pesquisas indicam que, somente esse ano, mais de 30% do faturamento do varejo será obtido a partir de itens criados sob medida para os consumidores.

Para se conseguir isso, os equipamentos precisam ser versáteis e permitir a produção de peças diferenciadas de forma ágil, com recursos que permitam o atingimento destes objetivos. Destacam-se a capacidade para imprimir em diferentes tipos e gramaturas de mídias, além de soluções diversificadas como impressão com Toner Branco e Clear, e equipamentos capazes de lidar com baixas tiragens. Ainda mais porque, vale sempre dizer, uma das grandes revoluções trazidas pela impressão digital é justamente a capacidade de as empresas surpreenderem seus clientes.

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